
A enxaqueca é uma doença neurológica caracterizada por crises recorrentes de dor de cabeça, frequentemente acompanhadas por náuseas, sensibilidade à luz, aos sons e, em alguns casos, alterações visuais. O diagnóstico correto é fundamental para um tratamento eficaz e para melhorar a qualidade de vida.

A enxaqueca é uma doença neurológica crônica que se manifesta por episódios recorrentes de dor de cabeça. As crises podem variar em intensidade, duração e frequência, interferindo nas atividades profissionais, sociais e familiares.
Embora muitas pessoas convivam com a doença por anos, atualmente existem diferentes estratégias terapêuticas capazes de reduzir a frequência das crises e melhorar significativamente a qualidade de vida.
Os sintomas podem variar entre os pacientes, mas os mais comuns incluem:
Alguns pacientes apresentam aura, caracterizada por alterações visuais, sensitivas ou da fala que antecedem a dor.
Os gatilhos variam de pessoa para pessoa e podem incluir:
Identificar os fatores desencadeantes pode fazer parte do tratamento.
O diagnóstico é clínico e baseia-se na história do paciente e nas características das crises.
Na maioria dos casos, exames de imagem não são necessários, sendo indicados apenas quando existem sinais de alerta ou dúvidas diagnósticas.
Diferenciar a enxaqueca de outros tipos de cefaleia é essencial para definir o tratamento mais adequado.
O tratamento é individualizado e depende da frequência, intensidade das crises e impacto na qualidade de vida.
Pode incluir:
Dependendo da avaliação médica, podem ser considerados:
Procure avaliação especializada quando:
A enxaqueca é uma doença crônica, mas pode ser controlada. O tratamento adequado pode reduzir significativamente a frequência e a intensidade das crises.
Não. Existem diversos tipos de cefaleia. O diagnóstico depende da avaliação médica.
Ela pode ser uma opção para pacientes com enxaqueca crônica, conforme critérios clínicos e após avaliação especializada.
Sim. O uso excessivo de medicamentos para dor pode contribuir para a cefaleia por uso excessivo de medicação, um quadro que exige abordagem específica.


A dor é sempre única. Assim como não existem dois pacientes iguais, não existe um único tratamento para todos. Cada caso merece uma avaliação cuidadosa, um diagnóstico preciso e um plano terapêutico individualizado.
Dra. Aline Lobo
Enxaqueca