
A dor pélvica crônica pode comprometer atividades simples do dia a dia e afetar significativamente a qualidade de vida. Identificar a origem da dor é essencial para definir um tratamento individualizado e eficaz.

A dor pélvica crônica é aquela que persiste por mais de três meses na região inferior do abdome, pelve, períneo ou genitais.
Ela pode acometer homens e mulheres e, frequentemente, resulta da interação de diferentes estruturas, como músculos, nervos, articulações e órgãos pélvicos.
Em muitos pacientes, mais de um fator contribui para a dor.
A dor pélvica pode ter diversas origens, entre elas:
O tratamento depende da identificação da estrutura responsável pelos sintomas.
Os sintomas variam conforme a causa, podendo incluir:
O diagnóstico é baseado em uma avaliação clínica detalhada, considerando a história dos sintomas, o exame físico e, quando necessário, exames complementares.
Dependendo do caso, podem ser solicitados exames laboratoriais, ultrassonografia, ressonância magnética ou outros métodos de imagem.
Em alguns pacientes, bloqueios diagnósticos auxiliam na identificação da origem da dor.
O tratamento é individualizado e pode envolver diferentes estratégias, como:
O objetivo é aliviar a dor, recuperar a funcionalidade e melhorar a qualidade de vida.
Dependendo da avaliação médica, podem ser considerados:
Uma avaliação especializada é recomendada quando:
Não. A dor pélvica pode ter origem muscular, nervosa, articular, urológica, gastrointestinal ou ginecológica.
Sim. A dor pélvica crônica pode acometer homens e mulheres.
Sim. Em algumas condições, especialmente nas dores neuropáticas e miofasciais, os exames de imagem podem não demonstrar alterações significativas.
Sim. Mesmo quando a dor persiste há muito tempo, existem diferentes abordagens capazes de reduzir os sintomas e melhorar a qualidade de vida.


A dor é sempre única. Assim como não existem dois pacientes iguais, não existe um único tratamento para todos. Cada caso merece uma avaliação cuidadosa, um diagnóstico preciso e um plano terapêutico individualizado.
Dra. Aline Lobo
Dor Pélvica Crônica