Radiofrequência para Tratamento da Dor

Alívio prolongado da dor com precisão e tecnologia.

A radiofrequência é um procedimento minimamente invasivo utilizado no tratamento de diversas dores crônicas. Com auxílio de métodos de imagem, uma agulha especial é posicionada com precisão junto ao nervo responsável pela transmissão da dor, permitindo um tratamento direcionado e seguro.

Quando bem indicada, a radiofrequência pode proporcionar alívio prolongado da dor, melhora da capacidade funcional e redução da necessidade de medicamentos.


O que é a radiofrequência?

A radiofrequência é uma técnica intervencionista que utiliza energia térmica controlada para modular a condução do estímulo doloroso em nervos sensitivos específicos.

Diferentemente de uma cirurgia, o procedimento não exige incisões e preserva as estruturas ao redor. Todo o tratamento é realizado com auxílio de imagem, como radioscopia ou ultrassom, permitindo o posicionamento preciso da agulha.

Em muitas situações, antes da radiofrequência é realizado um bloqueio diagnóstico para confirmar que o nervo tratado é realmente a origem da dor.

Quando pode ser indicada?

A radiofrequência pode fazer parte do tratamento de diferentes condições dolorosas quando o tratamento conservador não proporcionou melhora satisfatória.

Entre elas estão:

  • Lombalgia relacionada às articulações facetárias

Clique para conhecer as opções de tratamento e entender quando a infiltração pode ser indicada.

Quais são as vantagens?

Procedimento minimamente invasivo

Alta hospitalar no mesmo dia, na maioria dos casos

Pode proporcionar alívio da dor por vários meses

Pode reduzir a necessidade de analgésicos

Preserva músculos e articulações

Quando indicada, pode adiar ou evitar tratamentos mais invasivos

Como é realizada?

Após a avaliação e a confirmação da indicação, o procedimento é realizado em ambiente apropriado, geralmente com sedação e anestesia local.

A agulha é posicionada com auxílio da radioscopia ou do ultrassom, permitindo visualizar sua localização durante todo o procedimento.

Antes da aplicação da radiofrequência, são realizados testes de estimulação sensitiva e motora para confirmar que o tratamento será realizado exatamente no nervo planejado.

Na maioria dos casos, o paciente recebe alta poucas horas depois.

A radiofrequência dói?

Durante o procedimento, o paciente permanece confortável graças à anestesia local e, quando necessário, à sedação.

Nos primeiros dias pode haver um leve desconforto na região tratada, que costuma ser temporário e faz parte da recuperação esperada.

Existem diferentes tipos de radiofrequência?

Sim.

A técnica pode ser realizada de diferentes formas, conforme a doença tratada e o objetivo terapêutico.

A radiofrequência convencional é utilizada principalmente para interromper temporariamente a transmissão da dor em determinados nervos.

Já a radiofrequência pulsada atua com temperaturas mais baixas e pode ser indicada em situações específicas, especialmente quando o objetivo é modular a atividade do nervo.

A escolha da técnica é individualizada e definida durante a avaliação médica.

Segurança

A radiofrequência é considerada um procedimento seguro quando realizada por médico habilitado e com auxílio de métodos de imagem.

Como qualquer procedimento invasivo, existem riscos, embora complicações sejam incomuns.

Entre eles estão:

  • dor temporária após o procedimento;
  • hematoma;
  • infecção (rara);
  • sangramento;
  • dormência transitória;
  • resposta parcial ou ausência de melhora.

Antes da realização, todas as orientações são discutidas individualmente durante a consulta.

Perguntas frequentes

Quanto tempo dura o efeito?

O tempo de alívio varia conforme a doença tratada e as características de cada paciente. Em muitos casos, o benefício pode durar vários meses e, em alguns pacientes, ultrapassar um ano.

A radiofrequência substitui a cirurgia?

Nem sempre. Em alguns casos, ela pode adiar ou evitar uma cirurgia. Em outros, faz parte de um plano de tratamento mais amplo.

O procedimento pode ser repetido?

Sim. Como o nervo pode recuperar sua função ao longo do tempo, uma nova radiofrequência pode ser considerada caso a dor retorne e ainda exista indicação clínica.

Precisão faz diferença.

A radiofrequência não é indicada para toda dor crônica. Os melhores resultados são obtidos quando a origem da dor é corretamente identificada e o procedimento é realizado com técnica precisa e indicação adequada.

Uma avaliação individualizada permite definir se esse tratamento é realmente indicado, quais resultados podem ser ser esperados e qual a melhor estratégia para o seu caso.

Agende sua consulta e descubra se a radiofrequência pode fazer parte do seu tratamento.