
A neuropatia periférica ocorre quando os nervos periféricos sofrem algum tipo de lesão ou disfunção. Os sintomas podem incluir dor, queimação, formigamento, dormência e perda de sensibilidade. O diagnóstico da causa é fundamental para definir o tratamento mais adequado.

"Nem toda neuropatia é igual. O primeiro passo é identificar qual nervo está acometido e por que ele foi lesionado."
Os nervos periféricos são responsáveis por transmitir informações entre o cérebro, a medula espinhal e o restante do corpo.
Quando esses nervos são lesionados ou deixam de funcionar adequadamente, podem surgir sintomas como dor, alterações da sensibilidade, fraqueza muscular ou dificuldade para realizar determinados movimentos.
A neuropatia periférica não é uma doença única, mas um conjunto de condições que podem ter diferentes causas.
Os sintomas variam conforme o nervo acometido, mas podem incluir:
Os sintomas costumam começar nos pés ou nas mãos e podem evoluir gradualmente.
As neuropatias podem estar relacionadas a diversas condições, como:
Em muitos casos, é necessário investigar a causa antes de definir o tratamento.
O diagnóstico começa com uma avaliação clínica detalhada.
Dependendo do caso, podem ser solicitados:
O tratamento adequado depende da identificação da causa da neuropatia.
O tratamento é individualizado e busca controlar a dor, preservar a função dos nervos e tratar a causa quando possível.
Pode incluir:
Dependendo da avaliação médica, podem ser considerados:
Uma avaliação especializada é recomendada quando:
Não. Algumas neuropatias causam principalmente dormência ou perda de sensibilidade, enquanto outras se manifestam com dor intensa.
Depende da causa. Algumas neuropatias podem ser revertidas, enquanto outras podem ser controladas com tratamento adequado.
Não. O formigamento pode ter diversas causas, incluindo alterações circulatórias, compressões nervosas temporárias e doenças neurológicas. O diagnóstico depende da avaliação médica.
Não. Embora seja uma das causas mais frequentes, existem diversas outras condições capazes de lesar os nervos periféricos.


A dor é sempre única. Assim como não existem dois pacientes iguais, não existe um único tratamento para todos. Cada caso merece uma avaliação cuidadosa, um diagnóstico preciso e um plano terapêutico individualizado.
Dra. Aline Lobo
Neuropatia Periférica